sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Em carta, Infantino reforça propostas e pede fim de "intrigas políticas" na Fifa

Gianni Infantino, candidato à presidência da Fifa, divulgou nesta quinta-feira uma carta aberta aos presidentes de associações, que serão responsáveis por eleger na sexta, a partir de 5h30 (de Brasília), o novo comandante da entidade que controla o futebol mundial. Nela, ele reforça sua ideia de investimento no futebol e garante que há caixa para isso: usaria somente US$ 1,2 bilhão dos mais de US$ 5,5 bilhões de receita que a entidade tem. Ele ainda ressalta que o momento é de deixar de lado as intrigas políticas e ataques pessoais.

- Deixe-me ser totalmente claro com vocês: os aumentos de desenvolvimento e outros fundos de assistência delineados em meu manifesto podem ser facilmente colocados em prática, considerando que eu estou propondo reinvestir no desenvolvimento do futebol somente cerca de US$ 1,2 bilhão dos mais de US$ 5,5 bilhões de receita. Economias muito significativas podem facilmente ser feitas nos custos da Fifa. Então, esse montante de reinvestimento no futebol que estou propondo pode ser seguramente entregue. Isso é o que a Fifa deve ser. Desenvolvimento! Sem política, intrigas políticas e ataques pessoais - afirmou.

Infantino declarou ainda que mantém suas promessas e tem histórico comprovado de boa administração. Ele trabalha na Uefa desde 2000 e assumiu o cargo de secretário-geral em 2009. Até 2015 foi o braço-direito de Michel Platini. O francês era o candidato à presidência da Fifa, mas acabou saindo da disputa ao ser banido pelo Comitê de Ética da entidade por seis anos.
- Sou uma pessoa que mantém suas promessas, alguém com valores genuínos, com planos totalmente custeados para o futuro e com histórico comprovado de entregar um crescimento comercial, boa governança e programas de credibilidade para investimento e desenvolvimento.

São cinco candidatos que tentarão assumir o cargo máximo da entidade: Xeque Salman, Infantino, Príncipe Ali, Champagne e Sexwale. Um deles será o substituto de Joseph Blatter, que ficou no poder de 1998 a 2015.

Fonte:Globo Esporte

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